Sono

Conheça o relógio biológico.  Você sabe como funciona o seu?

Respeitar a necessidade de dormir e acordar de cada pessoa aumenta a qualidade do sono, o bem-estar e, consequentemente, a saúde. A professora Claudia Moreno, chefe do Departamento de Saúde, Ciclos de Vida e Sociedade, em entrevista para a revista Proteste 226 de agosto de 2022, conta um pouquinho sobre o nosso relógio biológico e dicas de como conhecer melhor o nosso próprio ritmo. 

  • A cronobiologia estuda o tempo como parte integrante das funções dos seres vivos. “Ou seja, não se concentra na passagem do tempo e, sim, como ele determina as funções do organismo. Hormônios relacionados à fome e à saciedade, por exemplo, são respectivamente liberados de acordo com as fases de vigília e sono, de modo que o indivíduo não sinta fome durante o sono para não perturbá-lo”, explica a Professora Claudia Moreno. 
  •  O ciclo ou ritmo circadiano é o período de 24 horas que dita os ritmos biológicos por meio de variações entre luz e temperatura. As funções dos organismos variam ao longo do dia, seguindo a sequência temporal interna.  
  • Os cronotipos são os perfis cronobiológicos: matutino, que dorme e acorda cedo; vespertino, que dorme e acorda tarde; e o intermediário, considerado um tipo não tão extremo–o caso da maioria da população. “Por causa do caráter vespertino, há quem diga que tem produtividade mais noturna”, diz a especialista.  
  • Matutino ou vespertino? A dica da especialista é observar, em dias de folga e nas férias, os horários de dormir e acordar, e quando se sente bem, sem sonolência durante o dia, após se levantar sem despertador, ou seja, espontaneamente. “O corpo não se adapta à restrição de sono. Ao contrário, de forma crônica, pode levar a problemas de saúde”, alerta Claudia. 

A entrevista completa, e demais reportagens, segue no PDF: